sábado, 4 de outubro de 2014

Rainha louca

A mídia com sua grande cara polidimensional é uma rainha louca. Sua maquiagem multicor encandeia os sentidos  e perverte a mente. É uma grande cafetina vendedora de sonhos.

É como uma árvore frondosa com profundas raízes espalhadas produzindo a carnavalização do ser e a humanização das coisas.

Se dissemina pela terra - lugar em que o lucro e a fama provém do bem exposto, às vezes, o próprio corpo e suas misérias - onde a inteligência tem valor oculto e a falta dela torna-se criadora de vínculos, de moda; onde se vendem por milionárias cifras por informações inúteis, provedoras tão somente de paupérrimos egos; onde não importa o que se tem a dizer desde que seja breve e não precise ser aprendido; onde um download pode custar uma vida; onde as letras são prostituídas pela própria língua e os sentidos são ocos; onde a imagem preenche o vazio do olho do cego.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

"Tudo que pertence somente ao presente morre junto com ele."
Mikhail Bakhtin

terça-feira, 23 de julho de 2013

ENEM 2013

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-07-20/alunos-desconhecem-como-funciona-pontuacao-do-enem

EDUCAÇÃO

Educação no século XXI
A escola e os livros foram por séculos as principais fontes de conhecimento e cultura da humanidade. O direito à escola e o acesso aos meios de produção de conhecimentos elitizados até por volta dos anos 70 do século XX se modificaram consideravelmente dessa época até o ano 2000 com a expansão da telefonia e a utilização de tecnologias especiais utilizadas para a comunicação. A partir daí, a rápida expansão da internet modificou a forma de como as pessoas lidam com as diversificadas informações ao alcance de um "click" seja de um celular, "laptop" ou "tablet", etc. A quantidade de opções à disposição de quem navega pela internet ao mesmo tempo que ajuda pode também criar dificuldades e conflitos no âmbito educacional em razão da mudança de hábitos da nova geração, dos ritmos cognitivos diferenciados e das novas dinâmicas dos processos intelectuais.
Esses e tantos outros aspectos relacionados às novas tecnologias mobilizam saberes e constroem novas formas de acesso aos conhecimentos culturais e científicos produzidos pela humanidade desde a antiguidade até hoje.
Pensar nas tecnologias como um recurso amplo de uso pedagógico significa combinar os recursos humanos e os recursos materiais para atender a objetivos específicos que visam produzir efeitos que ultrapassem as esferas educacionais. A combinação de teorias pertinentes às tecnologias somadas às teorias do desenvolvimento humano podem aproximar os meios tecnológicos e o ensino quando for pensada, utilizada de forma sistemática e avaliada como parte de um processo de construção de conhecimentos dentro e fora do contexto escolar. Uma reflexão neste sentido que seja crítica o bastante para ser eficaz deverá ter início na formação acadêmica e estender-se como formação continuada.
Pedro Demo (2004) menciona a distância existente entre "a modernidade dos instrumentos e o atraso didático". Essa realidade, muitas vezes, tensiona as discussões entre os educadores, pois há aqueles que usam os instrumentos eletrônicos mais simples com certa frequencia, e há aqueles que não aproximam suas práticas dos aparelhos tecnológicos em razão das dificuldades de manuseio e por não enxergarem os reais benefícios de um uso produtivo dessas tecnologias. Infere-se então que as pesquisas neste campo passam a ser crescentemente promissoras em razão das inúmeras possibilidades de conhecer os recursos tecnológicos e sistematizar saberes que possam diminuir essa distância, tornando o educador um mediador de conhecimentos mais preparado para a inserção das tecnologias no trabalho pedagógico. Para que algo assim seja possível, faz-se necessário estabelecer questionamentos que busquem respostas para perguntas como: As tecnologias existentes na escola estão trazendo benefícios ao trabalho educativo? Temos fundamentações, teorias bases que apoiam a utilização das tecnologias? Quais desafios precisam ser superados? Qual deve ser o foco das propostas de trabalho: o uso dos mecanismos/materiais tecnológicos ou a aprendizagem por meio deles? etc.
Enquanto não se tem clareza dos benfefícios das tecnologias aplicadas à educação sempre haverá equívocos como: usar os recursos midiáticos sempre, porém, colocando o aluno como um receptor passivo quando muitas atividades podem ser pensadas para atrair e torná-lo mais ativo produzindo e veiculando conteúdos, por exemplo.
Outro fator que deve ser ressaltado é que o rápido avanço insere incontáveis informações em diferentes recursos midiáticos utilizados via internet, muitas vezes gratuitos, enquanto que programas, softwares e banco de dados destinados à uma formação mais adequada são vendidos. Basicamente apenas instituições de pesquisas como Universidades e Centros de Ensino ligados às tecnologias divulgam conteúdos significativos do ponto de vista educacional.
A evolução tecnológica é um fator fundamental na evolução humana. A capacidade de criar técnicas e instrumentos tecnológicos é capaz de modificar o ambiente físico que vivemos e até mesmo a forma biológica dos seres, consequentemente alterando os padrões sociais e culturais em todas as épocas. Inserir de vez as tecnologias no trabalho pedagógico compreende um processo que não deve partir da escola ou de seus profissionais. Deve começar pelas políticas públicas que ofereçam, antes de tudo, a formação de profissionais, a capacitação para aqueles que já atuam no ensino e formação continuada voltada para as tecnologias que já existem nas escolas.
A escola precisa estar inserida em um projeto amplo de reflexão e ação para que seja possível a reelaboração e a reconstrução do trabalho de ensinar e aprender em moldes que atendam às necessidades desta realidade sociocultural, com essa característica crescente da evolução tecnológica. Alguns autores defendem que a escola deve apropriar-se destes processos desenvolvendo competências apropriadas que permitam realizar projetos inovadores e possam também criar mecanismos de avaliação dos efeitos produzidos pelo uso racional das tecnologias, ou seja, é necessário que ocorra um redimensionamento do papel social da escola e do professor, de um lado - a aplicação de uma nova visão gerencial dos recursos, que nem é necessário ressaltar os montantes resgatados através de incontáveis impostos - e de outro a construção de uma visão muito mais séria do papel de educar ou aceitamos sem hipocrisias o caminho atual que nos leva inevitavelmente ao caos.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

PENSAMENTOS POÉTICOS

ITABIRA

É histórica, é antiga...
É tranquila, silenciosa.
Iluminada pelos traços da memória
Solidão em seresta
Momentos felizes
Viagens no tempo
Boteco mineiro...
Colégio Militar...
Centro Cultural...
Romântica nostalgia.
Solidão insana do pensamento.
Saudade arquiteta do poeta.

Minha homenagem ao poeta (2009).

domingo, 21 de julho de 2013

A palavra! Ah... a palavra
É coisa que ninguém pensa
Se pensa, mal fala
se fala, mal pensa
se escapa
exala
alastra
corre rio abaixo
cria asas
sobe serras
corre lavras
pára tudo
ou move pedras...
Quem tem "pensa" usa bem,
"joga ao vento" quem não tem.

(2009)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Memória!!! Ah, memória.


A vida não se passa em palavras;
as palavras são volúveis.
Se elas escrevessem a vida e
fosse a lápis poderia ser mudada,
refeita, transformada.
A vida escrita se chama passado e
mesmo tendo passado faz parte do texto presente.
Uma vez escrito, mesmo apagado ou refeito,
já foi texto, já foi vivo e,
tudo que foi também ainda é.
É culpa do papel? Ou da memória?!
O papel perde a memória.
O ser perde a memória...

Ops! Cuidado!!

Seu PC, on-line, não perde a memória!!

sábado, 27 de novembro de 2010

Seminário do Ensino Médio Integrado

O Seminário de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional: princípios e pressupostos realizado de 16 a 18 de novembro, em Cuiabá, teve como foco promover um espaço de diálogo entre professores que atuam ou atuarão a partir de 2011 no Ensino Médio Integrado em escolas do Estado de Mato Grosso. Os palestrantes, em sua maioria, vindos do Pará contribuiram socializando experiências e teorias pertinentes.
O profº Dr. Ramon de Oliveira (UFPE) falou do que entende por Integração Profissional ao Ensino Médio e da "necessidade de formação de trabalhadores autônomos competentes para responder às necessidades econômicas". Destacou as fragilidades e falhas do discurso corrente - sobre a formação profissional - que não prioriza verdadeiramente o capital humano, sendo por muitas vezes, apenas uma resposta às necessidades econômicas. Analisa a Educação Profissional sob três aspectos principais nos últimos anos: a formação por competências (desenvolvimento de habilidades específicas, o fator empregabilidade (para jovens de baixa renda) e a formação a partir de demandas do mercado de trabalho (requer mão-de-obra especializada), ou seja, os investimentos da educação acabam subordinando-se ao processo econômico. Assim, a dicotomia formação geral X formação profissional é legitimada e amparada por políticas e programas de qualificação baseados na fragmentação do ensino público, que por conseguinte, criam outras dicotomias como trabalho precarizado(destinado à classe trabalhadora) X trabalho complexo (destinado às elites) e, por consequência destas, a fixação da classe trabalhadora num estágio considerado operacional X grupo elitizado buscando níveis de qualificação superiores e assim por diante. Destacou também os desafios para uma Educacão emancipatória, que leva em conta fatores como a situação social do grupo majoritário, concepções de educação profissional, desigualdades diversas e o financiamento público da educação enfatizando que a Educação Profissional deve ser um "projeto Social".
O profº Ronaldo Lima (UFPA), também palestrante, destacou o aspecto político no projeto frente a uma sociedade dual. Segundo ele, deve haver reflexão que permeie os três níveis: pedagógico, curricular e político, pois integrar significa assumir um compromisso que está muito além das modificações curriculares, significa promover a inclusão para além das paredes da escola. No âmbito pedagógico em consonância com essas ideias significa pensar as práticas que deem conta de atenuar os efeitos da histórica dualidade formação geral X formação profissional. Também refere-se ao ensino integrado como desafio a ser enfrentado coletivamente, mesmo tendo consciência de que esta sociedade, é constituída pelo princípio da fragmentação. De acordo com ele "reconhecer e enfrentar essa dualidade é assumir corajosamente um compromisso com o caminho mais difícil." Ressaltou também os problemas a serem superados como: equívocos sobre a noção de competências, dificuldades de diálogo, alavancamento do trabalho coletivo, superação da dualidade cultural (educação para ricos e educação para pobres) e desigualdades de diversas ordens.
A apresentação dos princípios norteadores da proposta, em todas as falas, deixa claro que se faz necessário mudanças nas práticas de ensino, hoje, centradas na valorização de habilidades instrumentais para outras que propiciem apropriação dos saberes culturais que tenham caráter realmente formativo e transformador da realidade sem descaracterizar o trabalho como referência de organização humana e social.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Falando em Educação!







Em Chapada dos Guimarães nos dias 19 e 20 de novembro participamos da II Jornada Interdisciplinar de Serra Acima. O encontro proporcionou a interação de professores de vários municípios mato-grossenses e ainda do exterior, como Nuno Coelho que expôs um interessante trabalho intitulado "Uma terra sem gente para gente sem terra" desenvolvido na Universidade de Coimbra, como o angolano profº Francisco Sandro da Silveira Vieira.



A oficina de literatura ministrada pela professora Andréa Albano Nunes, de Campo Verde, foi uma experiência marcante por mostrar que literatura e brincadeira podem juntas ampliar o universo de leitura das nossas crianças. Sem dúvida, ela está de parabéns porque mostrar práticas que dão certo é muito mais interessante do que estudar teorias e não encontrar formas de aplicá-las. Outra oficina interessante também foi Entre a História e a Literatura, na qual a profª Gabriella Lima de Assis, mestranda em História pela UFMT analisou o livro de Raquel de Queiroz comparando elementos literários e históricos presentes em sua composição. Os professores Claudius e Ronivon, tambem da Escola Wilson de Almeida também estiveram neste evento e participaram ativamente!!




sábado, 9 de outubro de 2010

NETCENTRISMO

Estamos vivendo uma nova era, obviamente!!!

Sabemos do Teocentrismo.
Do Antropocentrismo, que as vezes, achamos que pode ser antismo (de anta) mesmo!

Agora estamos na era do NETCENTRISMO.
Parece que internet é tudo!!!
Será???

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Currículo - MEC

Indagações sobre currículo*

O Ministério da Educação publicou em 2008, uma coleção contendo 05 cadernos chamados "Indagações sobre Currículo" com o intuito de promover um grande debate com os profissionais educadores acerca do que e de como se ensina nas escolas públicas brasileiras.
Na apresentação do 1º caderno "Currículo e desenvolvimento humano" feito pela SEB/MEC(Secretaria da Educação Básica/Ministério da Educação), define que estes trabalhos tem o objetivo de promover um debate sobre a concepção de currículo e seu processo de elaboração nas redes de ensino brasileiras. A intenção explicitada é a de que professores, gestores e demais profissionais da educação reflitam sobre a relação currículoXprática no cotidiano escolar.
O art. 26 da LDB9.394/96 é citado relembrando que, quanto à formação dos currículos - que devem ter base nacional comum - as redes de ensino tem autonomia para adequá-los à realidade da clientela atendida.
Percorrendo o texto somos induzidos a pensar sobre qual a concepção de currículo está presente no Projeto Político Pedagógico da minha escola? O que a escola oferece está em consonância, em diálogo com o cotidiano do sujeito que estuda nela? Como pensar nessa escola?
O texto é claro em enfatizar que "é preciso olhar de perto a escola, seus sujeitos, suas complexidades e rotinas", definindo claramente a QUEM se destina esta escola, PARA QUE ela serve, COMO ela funciona e O QUE representa para quem precisa dela.
Os envolvidos na construção dessas novas orientações curriculares são os representantes da UNDIME, CONSED, SEESP/MEC, SECAD/MEC, CONPED/MEC e REDE/MEC, que foram encarregados de formular as interrogações iniciais sobre currículo. Em seguida, esse trabalho foi levado ao Seminário "Currículo em Debate", em Brasília, 2006, para análise dos demais representantes da UNDIME, CONSED, CNE, CNTE, ANFOPE, ANPED, professores universitários e representantes de secretarias estaduais e municipais de Educação. Concluída esta etapa, a proposta foi repassada aos professores dos demais sistemas educacionais e escolas de todo o Brasil.
As reflexões tem como ponto central contribuir para pensar o currículo escolar como um meio de acolher um educando considerando seu desenvolvimento biopsicossocial, considerando seus interesses, de seus pais, suas necessidades, potencialidades, seus conhecimentos e sua cultura, ou seja, que o processo educativo não seja antagônico às práticas sociais dos indivíduos.
Na sua introdução o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental revela que a essa altura das discussões sobre currículo existe um ponto comum: "a consciência de que os currículos não são conteúdos prontos a serem repassados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais, políticas e culturais, intelectuais e pedagógicas". (p.9). Conclui-se, portanto, que se os currículos são orientados pelas práticas sociais, devem estar contextualizados a elas.
LIMA, Elvira Souza. Indagações sobre currículo: currículo e desenvolvimento humano. Brasília: Ministério da Educação, SEB, 2007.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Orientações Curriculares


O documento que trata das novas orientações curriculares do ensino das escolas públicas de Mato Grosso chegou ao conhecimento dos professores da Escola Wilson de Almeida, município de Nova Olímpia, no dia 09 de junho e desde então, professores e representantes da comunidade discutem e analisam as propostas por ele apresentadas. Os representantes de cada área do conhecimento apresentaram as noções básicas e os objetivos propostos aos pais dos alunos, que também foram convidados a dar suas contribuições.

Como currículo escolar entende-se que seja o documento no qual estão registradas as ações implementadas e desenvolvidas pelas escolas.

Esse estudo das Orientações Curriculares visa reestruturar ações que estejam mais voltadas para um ensino contextualizado nos níveis locais e globais e que possam contribuir com as práticas cotidianas dos educandos, ou seja, que seja um ensino produtivo do ponto de vista do mundo do trabalho. A intenção primordial é que os alunos saibam por que estão aprendendo e quais as finalidades e usos dos conhecimentos adquiridos.

O texto enviado às escolas foi produzido por especialistas de diferentes áreas de Conhecimento, professores da UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso e Unemat – Universidade Estadual de Mato Grosso, sob a coordenação da Profª Drª Acácia kuenzer e contém os princípios básicos que devem sustentar o ensino nas escolas estaduais de Mato Grosso.

O objetivo da Secretaria de Educação neste momento é, segundo o documento, “provocar o diálogo entre professor e escola acerca da prática docente, que contribua para a reflexão sobre quais conhecimentos os alunos precisam construir em cada uma das áreas”.

Os estudos e seminários tiveram a finalidade específica de analisar e contribuir com o documento nos níveis de: compreensão do texto, conteúdo do documento, as propostas de eixos articuladores, capacidade e conhecimentos, quanto à metodologia e o processo de avaliação e em termos gerais se o documento contempla as “identidades e culturas de Mato Grosso”. O novo modelo a ser construído é parte da gestão compartilhada da educação, modelo este que prioriza a formação da pessoa humana. Sua plataforma ideológica consiste em defender a idéia de que a “educação não pode ser ofertada de forma desigual em função da origem de classe dos alunos, desenvolvendo projetos que formem para o exercício de funções intelectuais ou operacionais, separando atividade intelectual de atividade prática.” De acordo com o documento a ideia é formar um cidadão que se reconheça na atual conjuntura econômica, política e social, e possa atuar nela.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Volta às aulas!!!!

Novo ano letivo!!!
Novos alunos, novos desafios, esperança que se renova...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Professora Maria de Lourdes - Denise



O projeto "Letramento: os usos sociais da escrita no cotidiano" foi desenvolvido na Escola Municipal Elizeu A. de Lima, zona rural - comunidade de Nossa Sra. de Fátima, com os alunos do 6o.ano. Foram desenvolvidas atividades de estudo de vários gêneros textuais que fazem parte do cotidiano dos alunos e da comunidade onde vivem. Os gêneros foram analisados quanto às suas funções sociais, enfatizando a finalidade de cada um naquele contexto. A professora e os alunos visitaram igrejas, a unidade de saúde e a Pastoral da Criança. Fotografaram e recolheram textos para serem analisados em sala. Na unidade de saúde contaram com a atenção da enfermeira, que explicou-lhes para que serviam os gêneros disponíveis no local. Em sala estudaram as características, considerando suas funções na sociedade e a importância de conhecer melhor os textos que circulam na comunidade. Lourdes relatou com satisfação o resultado do seu trabalho nesta ocasião, disse ainda que, seus alunos acharam que o estudo desses textos foram significativos e geraram aprendizado de forma mais concreta e real, como foi demonstrado nos relatos dos próprios alunos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Professora Maria Gomes - Denise


"Sarau Literário" é o título do projeto desenvolvido pela Maria e seus alunos do 9o. ano da Escola Municipal Neide de O. Brito.
Seu objetivo foi incentivar os alunos a ler, pesquisar e produzir textos literários, além de apresenta-los à comunidade.
Os próprios alunos pesquisaram poesias para ler e analisar no primeiro momento. Em seguida, pesquisaram as biografias em livros e na internete; realizaram seminários apresentando as poesias e seus autores; produziram textos poéticos; expuseram suas produções no mural da escola; ensaiaram vários dias e declamaram poesias no palco da escola. A professora relatou que no início foram tímidos, mas depois fizeram belas apresentações. "Com esse trabalho pode-se perceber a dedicação de todos os alunos visto que a turma demonstrou interesse pelas atividades, sentiram-se valorizados e felizes pelo resultado alcançado", disse ela.

Professora Lúcia - Denise



Lúcia, ao centro, desenvolveu com seus alunos o projeto "Re-contar histórias" na Escola Estadual Dr. Joaquim A. da Costa Marques. Seu objetivo foi propiciar momentos em que os alunos pudessem expor ideias, expressar sentimentos e contar experiências respeitando os variados pontos de vista. Promoveu leituras de diversos textos narrativos; reprodução de textos contados por avós, leitura dos textos em sala, comentários e opiniões dos alunos sobre as temáticas.

Professora Selma - Denise


Desenvolveu com seus alunos da 5a. série D da Escola Municipal Neide de O. Brito o projeto "Poesia na Escola". Seus objetivos foram despertar o prazer em ler poesias e motivar seus alunos a expor suas emoções. Seu plano de ação foi: exposição oral do conceito e importância da poesia; disponibilidade de livros de poesias na sala de aula para manuseio e leitura; leitura e declamação de poesias; discussão sobre as temáticas e produção de poemas.